A transformação não é efetiva e nem permanente, por enquanto. A matéria desenvolvida tem origem sintética e, quando espalhada no rosto, cria uma espécie de camada, mais firme e elástica, REDUZINDO DE FORMA NÍTIDA AS RUGAS E BOLSAS DEBAIXO DOS OLHOS. Os resultados, publicados na edição online da revista “Nature Materials”, ainda são preliminares, estão em fase de testes. No entanto, uma vez atestados de fato, espera-se que a tal “máscara” sirva, inclusive, para TRATAMENTO DE DOENÇAS DE PELE, e na PROTEÇÃO CONTRA OS RAIOS ULTRAVIOLETAS do sol – de acordo com o co-autor do projeto, Daniel Anderson, o revestimento artificial, encarado como uma melhoria cosmética, forneceria uma barreira física e, inclusive, poderia ser usado para administrar medicamentos via cutânea, e na proteção de feridas, por exemplo.
A PELE ARTIFICIAL vem sendo elaborada há oito anos e se trata de um polímero à base de silicone, que se molda às características óticas e mecânicas do maior órgão do corpo humano, sem atrapalhar em nenhuma das suas funções, como respiração e transpiração. É o primeiro material a ser pensado com tais qualidades tão tecnológicas e, ao mesmo tempo, reais. Fica difícil não comparar isso com FICÇÃO CIENTÍFICA.
Além de tudo, a invenção é programada para SER IMPERMEÁVEL E EXTREMAMENTE MALEÁVEL; ou seja, ela deverá REGRESSAR AO SEU ESTADO ORIGINAL APÓS O USO – mesmo depois de ter sido esticada em mais de 250% das suas dimensões (contra os 180% suportados pela pele natural). Pode ser a REVOLUÇÃO DO MERCADO nesse sentido, vale a pena acompanhar para ver que fim essa ideia mirabolante levará.


Nenhum comentário:
Postar um comentário